Memória em Imagem

Roda do Calçadão.
Evento 10 anos da ABADÁ com a presença do Mestre Camisa.
Foto: Jô Capoeira.
Ano: 2006.
Ilha de Santa Catarina.
 
Iê Mané: Memória da Capoeiragem da Ilha.
Projeto contemplado no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2020, da Fundação Catarinense de Cultura.
 
#capoeira
#fotosdecapoeira
#ilhadesantacatarina
#editalanderle2020
#fundaçãocatarinensedecultura

Memória em Imagem

Roda do Centro de Convivência UFSC.
Encontro Capoeira Angola Palmares.
O Ritmo.
Ano: 1991.
Foto: Jô Capoeira.
Ilha de Santa Catarina.

Iê Mané: Memória da Capoeiragem da Ilha.
Projeto contemplado no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2020, da Fundação Catarinense de Cultura.

#capoeira
#fotosdecapoeira
#ilhadesantacatarina
#editalanderle2020
#fundaçãocatarinensedecultura

Acervo Casa da Memória

Na finaleira da seleção das fotos para o Acervo da Casa da Memória.

Na foto em destaque Roda do Básico na UFSC em 1990.
Foto 📷 Danísio Silva.
Jogando estão os Mestres Bobó e Curió.

Mais uma Memória da Capoeiragem da Ilha.

Tá ficando bonita essa seleção.

Projeto contemplado no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2020, da Fundação Catarinense de Cultura.

#capoeira
#fotosdecapoeira
#ilhadesantacatarina
#editalanderle2020

IÊ MANÉ: MEMÓRIA DA CAPOEIRAGEM DA ILHA

IÊ MANÉ: MEMÓRIA DA CAPOEIRAGEM DA ILHA, projeto contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2020, visa documentar a Capoeira de Florianópolis, através da restauração e publicação de imagens históricas da capoeira da cidade, preservando a memória desta importante manifestação que é Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e da Humanidade. Tem como objetivo preservar a memória da história da capoeira de Florianópolis, restaurando e publicando acervos de fotos e vídeos. Criar um acervo de imagens de mestres e rodas de capoeira para a Casa da Memória de Florianópolis com produção cultural de exposições itinerantes. Todo o acervo restaurado será disponibilizado nas plataformas digitais com acesso público e gratuito.

Realização: Jô Capoeira e Joaquim Corrêa.

Canais oficiais de informação sobre o projeto:

www.facebook.com/iemanedailha/

@iemanedailha

iemane.wordpress.com/

www.youtube.com/user/jocapoeira

Exposição Fotográfica Sérgio Vignes

53160254_468504103685854_6767431787640520704_n

A GALLERIA apresenta:

Exposição Fotográfica . “E se os pombos voltassem?

Fotógrafo: Sérgio Vignes

Nos efervescentes anos do início da década de 1980, Florianópolis respirava cultura. Galerias e espaços para exposições enchiam suas paredes com obras de artistas locais em vernissages concorridas. Os teatros mantinham suas agendas lotadas, salas de cinema exibiam filmes fora do circuito comercial.

A música que vinha dos ritmos dos folguedos populares e das histórias da ilha levava milhares de pessoas a apresentações montadas em espaços abertos e fechados. A poesia era pendurada em varais na praça e declamada nas ruas. O calçadão e a Praça XV eram espaços privilegiados para mostrar arte à população.

Crianças brincavam de aprender a pintar e representar em “ruas de arte”, nos jardins de infância e nas escolas. A arte ganhou status de ciência e diversos cursos foram implantados nas universidades. O Estado cumpria seu papel e o Museu de Arte de Santa Catarina abria suas oficinas.

Os jornais tinham grande circulação e abriam valiosos espaços de discussão e difusão da arte e do livre pensar em seus cadernos diários e suplementos semanais de cultura. Jornalistas se especializaram e a crítica buscava nos movimentos mundiais as ligações com o que era produzido em Santa Catarina.

Neste cenário se encontram o Professor Franklin Cascaes, que começou a mostrar seus desenhos e esculturas nos idos da década de 1930, e o jovem Sérgio Vignes, que com uma máquina à tiracolo, discutia os rumos da fotografia nos núcleos e foto clubes e apontava suas lentes para o rico ambiente criativo que se espalhava por Florianópolis.

Usando apenas seus rendimentos de professor, sem qualquer patrocínio ou apoio oficial, Cascaes percorreu, por mais de cinquenta anos, os recantos da Ilha de Santa Catarina para ouvir as histórias e aprender os fazeres que a cultura popular de origem açoriana mantinha ainda intacta. Escreveu, desenhou e esculpiu. Nunca vendeu uma obra e todo seu acervo foi doado, em vida, para a Universidade Federal de Santa Catarina. Críticos e estudiosos de arte colocam seus trabalhos ao lado dos grandes mestres do expressionismo. Antropólogos e sociólogos o têm como o mais importante pesquisador da cultura popular em Santa Catarina.

Em 1983 Sérgio Vignes o visitou e foi recebido na varanda. Conversaram, fez algumas fotos, mas não passou da porta. Ao sair, ouviu: “os pombos chegam, comem o milho e vão embora”.

Algumas semanas depois, com os retratos revelados, voltou para lhe dar as fotos. Foi convidado para entrar e tornou-se um dos únicos viventes a registrar a casa/atelier/estúdio/depósito/reserva técnica do artista.

Era seu primeiro ensaio fotográfico e o falecimento de Franklin Cascaes naquele mesmo ano, não permitiu que Vignes continuasse o trabalho.

O conjunto de fotografias aqui exposta é o mais importante documento visual sobre a obra de Franklin Cascaes e muitas delas já foram impressas em dezenas de publicações.
Tarcísio Mattos

A_Galleria

Rua Tiradentes, 153, Centro – Florianópolis

Fonte: https://www.facebook.com/events/848241278843580/